Durante muito tempo, o marketing digital tratou o clique como o grande objetivo.
Se o usuário clicou, a campanha “funcionou”.
Mas, na prática, muitas empresas aprenderam da pior forma que o clique não significa avanço.
Significa apenas intenção.
E intenção, sozinha, não paga boleto.
O erro que drena conversão todos os dias

O cenário se repete em e-commerces, fintechs, plataformas de serviço e operações digitais de todos os tamanhos.
A campanha roda.
Os anúncios performam.
A mensagem chama atenção.
O clique acontece.
Mas, logo depois, algo trava.
O usuário:
- cai em uma página genérica
- precisa procurar a informação que o motivou
- encontra excesso de opções
- perde o contexto inicial
- se distrai
Nada “deu errado”.
Mas também nada se concretizou.
Esse é o tipo de erro que não aparece como falha técnica,
mas corrói o resultado em silêncio.
Quando o interesse é real, mas o caminho não ajuda
O problema não estava na oferta.
Nem no preço.
Nem no público.
Os dados mostravam claramente:
- o interesse existia
- a curiosidade estava lá
- a intenção era legítima
O que faltava era direção.
O clique jogava o cliente em um ambiente que exigia esforço demais.
E esforço é o maior inimigo da conversão.
Quanto mais o usuário precisa pensar,
menos ele avança.
A falsa liberdade de escolha que confunde em vez de ajudar

Muitas empresas acreditam que oferecer muitas opções é positivo.
Na prática, isso gera o efeito contrário.
Quando o cliente chega:
- sem saber exatamente o próximo passo
- sem entender o que é prioridade
- sem contexto visual ou narrativo
ele trava.
Não por rejeição,
mas por excesso de decisão.
O clique vira um ponto morto.
A virada de chave: o clique não pode ser um salto no escuro
A decisão estratégica foi simples, mas profunda:
Se o cliente clicou, ele não quer explorar.
Ele quer continuar.
Em vez de empurrar o usuário para fora da conversa,
a jornada passou a acontecer dentro da própria mensagem, usando RCS.
O clique deixou de ser um “redirecionamento”
e passou a ser uma continuação natural da experiência.
O papel do RCS na reconstrução da jornada
Com RCS, a mensagem deixou de ser apenas um aviso.
Ela virou interface.
Isso permitiu algo fundamental:
- contextualizar antes do clique
- mostrar opções claras
- guiar a decisão passo a passo
O cliente não precisava mais “descobrir” o caminho.
Ele era conduzido.
O que mudou na prática quando o clique ganhou destino certo
1. O cliente clicava com mais confiança
Antes, o clique era curiosidade.
Agora, era intenção clara.
Botões bem definidos, mensagens visuais e contexto eliminavam a dúvida:
“Se eu clicar, sei exatamente o que vai acontecer.”
Isso muda completamente o comportamento.
2. A jornada ficou mais curta — e mais eficiente
Menos páginas.
Menos carregamentos.
Menos ruído.
Cada passo removido aumentou a chance de conclusão.
A conversão deixou de depender da paciência do usuário
e passou a depender da clareza da comunicação.
3. O funil deixou de vazar no meio
Antes, o gargalo estava sempre entre o interesse e a ação final.
Depois, esse espaço praticamente desapareceu.
O cliente não se perdia.
Ele avançava.
Quando o clique deixa de ser o fim e vira o meio
Um dos maiores aprendizados foi entender que o clique não é o objetivo final.
Ele é apenas a ponte.
Quando essa ponte é mal construída,
o usuário cai no meio do caminho.
Com RCS, o clique passou a ser:
- um passo lógico
- uma resposta a um estímulo claro
- parte de um fluxo contínuo
Não era mais um salto.
Era progressão.
Impacto direto nos números (sem promessas irreais)

Sem mudar a oferta, sem alterar preços e sem aumentar mídia, os efeitos começaram a aparecer:
- aumento consistente na taxa de conclusão
- redução significativa de abandono após o clique
- maior previsibilidade de resultado
- melhor aproveitamento do tráfego já existente
Ou seja: mais resultado com o mesmo esforço.
Por que levar direto “para onde importa” funciona tão bem
Porque o cliente não quer navegar.
Ele quer resolver.
Quando a comunicação entrega:
- contexto antes da ação
- opções claras
- próximo passo óbvio
a decisão deixa de ser uma barreira
e vira consequência.
O RCS não empurra o usuário.
Ele remove obstáculos.
O fim do marketing baseado em sorte
Antes, o sucesso dependia de fatores externos:
- se o site carregava rápido
- se o usuário não se distraía
- se ele entendia a página
- se não desistia no meio
Depois, a jornada passou a ser controlada.
Menos dependência de variáveis.
Mais domínio da experiência.
Onde a Mex10 entra nessa evolução
A Mex10 ajuda empresas a transformar mensagens em experiências com imagens, usando RCS como infraestrutura estratégica.
Não é sobre enviar mensagens mais bonitas.
É sobre diminuir a distância entre interesse e ação.
Com RCS, a Mex10 permite que:
- o clique tenha propósito
- a experiência continue na conversa
- a conversão não dependa de exploração
Menos perda no caminho.
Mais eficiência no final.
Clicar não é vitória. Avançar é.
Enquanto muitas empresas comemoram cliques,
outras já entenderam que isso não basta.
O clique só tem valor quando leva o cliente
direto para onde importa.
Quando a jornada é clara,
o resultado deixa de ser esforço
e passa a ser consequência.
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