Por que Certos Produtos Vendem e Outros Fracassam

Todos os anos, o mercado nos mostra a mesma cena: marcas apostam milhões em novos lançamentos, constroem campanhas cinematográficas, lotam eventos de estreia e, depois de algumas semanas, tudo se resume a dois caminhos bem distintos.

Ou o produto se consolida como um sucesso — capaz de gerar vendas consistentes, criar defensores da marca e até mudar o comportamento de consumo — ou simplesmente desaparece em silêncio, esquecido na prateleira ou abandonado em marketplaces de liquidação.

Mas afinal, por que isso acontece?
Por que alguns produtos parecem inevitáveis, conquistando consumidores de forma natural, enquanto outros, mesmo com investimento e qualidade, simplesmente não conseguem sobreviver?

O mito do “produto perfeito”

Produtos sendo mostrados

Muitos executivos ainda caem na armadilha de acreditar que basta ter um produto excelente para conquistar o mercado.
A lógica é sedutora: “Se fizermos algo melhor, o consumidor virá até nós.”

Só que a realidade mostra outra coisa.

  • Smartphones com câmeras superiores já desapareceram sem deixar rastro.
  • Aplicativos de mobilidade tecnicamente mais estáveis não conseguiram desbancar concorrentes.
  • Marcas de roupas com qualidade impecável fecham as portas todo mês.

A verdade é simples: qualidade não é suficiente para garantir vendas.
Ela pode até abrir a porta, mas o que mantém um produto vivo é algo mais profundo — o relacionamento contínuo que a empresa constrói com seus clientes.

Quando o melhor não vence

Vamos relembrar alguns casos conhecidos:

  • Betamax vs VHS: na década de 80, a Sony lançou o Betamax, um formato de vídeo tecnicamente superior ao VHS. Mas perdeu a guerra porque o VHS foi melhor distribuído, mais acessível e, principalmente, conseguiu conquistar produtores e locadoras, criando um ecossistema de proximidade com o público.
  • Produtos de higiene pessoal: diversas marcas lançam shampoos e cremes com fórmulas avançadas. Mas quantas sobrevivem além do primeiro ano? Apenas aquelas que conseguem estar presentes na rotina do consumidor, lembrando-o constantemente da sua existência.
  • O mercado de apps: milhares de aplicativos surgem todos os meses. Os que se mantêm ativos não são necessariamente os mais inovadores, mas sim os que conseguem manter contato com seus usuários, seja por notificações, e-mails ou mensagens.

O recado é claro: não vencem os produtos mais sofisticados, vence o que se torna impossível de ser esquecido.


O ciclo de vida encurtado dos lançamentos

Outro ponto que explica o fracasso de muitos produtos é o tempo de atenção cada vez menor do consumidor.
Antigamente, uma campanha publicitária tinha impacto por meses. Hoje, o interesse pode evaporar em dias.

  • Um vídeo viral aquece a curiosidade inicial.
  • A loja registra vendas expressivas nos primeiros dias.
  • Duas semanas depois, a curva cai — e quem não tem uma estratégia de contato direto simplesmente some do radar do consumidor.

É por isso que tantas empresas experimentam a frustração do “lançamento meteórico”: muito barulho na estreia, pouco resultado consistente no médio prazo.

Onde está o verdadeiro diferencial

Se formos brutalmente honestos, a diferença entre os que vencem e os que fracassam está em como a empresa consegue se manter presente na vida do cliente após a fase inicial de interesse.

Os produtos que se consolidam seguem alguns princípios:

  1. Criam canais de contato direto – não dependem só de mídia de massa.
  2. Educam o consumidor – mostram benefícios práticos no dia a dia.
  3. Reforçam lembrança – reaparecem em momentos estratégicos, antes que o cliente esqueça.
  4. Transformam interesse em hábito – estimulam o uso contínuo, criando rotinas de consumo.

Essa é a diferença entre lançar um produto e realmente criar um mercado para ele.


A falha das campanhas tradicionais

Muitas marcas apostam tudo em campanhas de impacto — comerciais caros, outdoors, influenciadores.
Isso funciona para chamar atenção, mas raramente sustenta vendas.

Por quê?
Porque esses canais não criam diálogo, apenas jogam mensagens no ar.
Você até atrai consumidores, mas se não tiver uma forma de conversar diretamente com eles, o interesse evapora.

É como convidar alguém para uma festa e nunca mais falar com essa pessoa.
O relacionamento termina antes mesmo de começar.

Exemplos de quem fez certo

  • Netflix: não basta lançar uma nova série, é preciso lembrar os usuários constantemente. Por isso, cada novidade chega ao celular do assinante com notificações personalizadas, chamadas de e-mail e recomendações inteligentes.
  • Marcas esportivas: lançam tênis em edições limitadas, mas o segredo está na base de fãs que recebem alertas exclusivos no celular antes de cada drop. Resultado: esgotam em minutos.
  • Bancos digitais: não cresceram apenas por oferecer taxas melhores. Cresceram porque souberam conversar diariamente com os clientes, enviando notificações de saldo, alertas de compra e até mensagens educativas sobre finanças.

Percebeu o padrão? Os produtos são reforçados por uma estratégia de comunicação direta.


O custo de não conversar com seus clientes

Lançar sem manter contato direto gera três consequências fatais:

  1. Esquecimento rápido – consumidores interessados na estreia simplesmente deixam de lembrar.
  2. Perda para concorrentes – enquanto você se mantém distante, outro ocupa o espaço.
  3. Estoque parado – o cenário que mais destrói margens de lucro: investir pesado na produção e ficar com produtos encalhados.

Muitas empresas interpretam isso como “falta de produtos” ou “erro de timing”. Mas, na prática, é apenas ausência de uma estratégia de comunicação eficaz.

A lógica que transforma lançamentos em sucesso

Se observarmos com calma, os grandes vencedores do mercado seguem sempre a mesma lógica:

  1. Gerar atenção (lançamento, campanha, mídia).
  2. Oferecer valor imediato (o cliente entende rapidamente o benefício).
  3. Estabelecer contato direto (mensagens personalizadas, notificações, comunicação no celular).
  4. Construir constância (não deixar que o cliente esqueça do produto).

Sem o terceiro passo, todo o esforço do lançamento é desperdiçado.

O que sua empresa pode aprender com isso

Se você já lançou algo que não vingou, provavelmente o problema não foi apenas o produto.
Foi porque faltou proximidade com os clientes.

A boa notícia é que isso pode ser corrigido.
Com uma estratégia clara, é possível:

  • Reativar clientes que compraram uma vez e não voltaram.
  • Recuperar interessados que ficaram no meio do caminho.
  • Criar campanhas de reforço para manter o produto vivo após o lançamento.

E o mais importante: fazer isso sem depender apenas de anúncios caros e visibilidade passageira.


Onde a Mex10 faz diferença

Na Mex10, já vimos de perto casos de empresas que tinham ótimos produtos, mas que só decolaram quando passaram a ter um canal direto de comunicação com seus clientes.

Com nossa plataforma, é possível:

  • Disparar mensagens personalizadas em grande escala.
  • Atingir o cliente na hora certa, com lembretes relevantes.
  • Garantir que nenhuma novidade ou promoção passe despercebida.
  • Transformar um lançamento em uma máquina de vendas recorrente.

E aqui está o detalhe: não se trata apenas de vender mais, mas de criar uma relação que sustente o produto ao longo do tempo.

Alguns produtos vendem porque conseguem ir além da primeira impressão.
Eles não dependem só de qualidade ou investimento em marketing, mas constroem um relacionamento contínuo com seus clientes, reforçando presença todos os dias.

Outros produtos fracassam porque confiam apenas no impacto inicial e deixam o consumidor esquecer.

Se sua empresa quer estar do lado certo dessa história, precisa enxergar o lançamento não como um evento isolado, mas como o início de uma jornada de comunicação.

E é aí que a Mex10 se torna parceira estratégica: ajudando marcas a transformar bons produtos em sucessos de mercado.

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